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5º SVN: Viagens profissionais têm retorno para a economia nacional
A ideia foi transmitida na abertura do 5º Salão das Viagens de Negócios que ontem decorreu no Páteo da Galé, em Lisboa, pelo CEO da TravelStore, Frédéric Frère.
Frère até admitiu que “o mais natural” é que se considere esta indústria como “essencialmente importadora”, o que, embora considerando correcto em termos técnicos, é no entanto “incorrecto se tivermos em conta o retorno de longo prazo que o investimento em viagens profissionais traz para o país”.
Hoje, as empresas nacionais, em virtude da conjuntura adversa pela qual passa o país, disse o CEO da TravelStore, perderam a inibição e mais facilmente atravessam fronteiras em busca de “novas frentes de negócio”, onde possam promover e vender os produtos que produzem em Portugal, situação que Frédéric Frère considerou serem “iniciativas que terão retorno não só para a economia nacional no seu todo como também especificamente para o turismo do País”.
“Ter mais empresas a internacionalizar ou a exportar, significa termos mais oportunidades de recebermos parceiros de negócios para nos visitarem, seja para reuniões de trabalho, como também para seminários, convenções e congressos. Por fim, significa também aumentarmos a probabilidade destes mesmos parceiros de negócio quererem voltar a Portugal mas desta vez para suas férias”, afirmou o responsável.
Frère até admitiu que “o mais natural” é que se considere esta indústria como “essencialmente importadora”, o que, embora considerando correcto em termos técnicos, é no entanto “incorrecto se tivermos em conta o retorno de longo prazo que o investimento em viagens profissionais traz para o país”.
Hoje, as empresas nacionais, em virtude da conjuntura adversa pela qual passa o país, disse o CEO da TravelStore, perderam a inibição e mais facilmente atravessam fronteiras em busca de “novas frentes de negócio”, onde possam promover e vender os produtos que produzem em Portugal, situação que Frédéric Frère considerou serem “iniciativas que terão retorno não só para a economia nacional no seu todo como também especificamente para o turismo do País”.
“Ter mais empresas a internacionalizar ou a exportar, significa termos mais oportunidades de recebermos parceiros de negócios para nos visitarem, seja para reuniões de trabalho, como também para seminários, convenções e congressos. Por fim, significa também aumentarmos a probabilidade destes mesmos parceiros de negócio quererem voltar a Portugal mas desta vez para suas férias”, afirmou o responsável.
20-02-2012 - Turisver
SET desafia empresários a serem “embaixadores” do destino Portugal
A secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles, foi ao 5º Salão das Viagens de Negócios, desafiar os empresários portugueses a agirem, nas suas deslocações ao estrangeiro, como embaixadores do destino Portugal, e a venderam o destino aos seus pares.
“Cada empresário, cada gestor, cada cidadão que se desloca ao estrangeiro no exercício das suas funções, é um embaixador do destino Portugal”, disse Cecília Meireles. Reconhecendo que “muitos já o serão”, a secretária de Estado quer no entanto que essa condição seja reforçada “convidando os seus contactos internacionais a visitar o nosso país, seja em lazer ou em trabalho, convidando as empresas e organizações com que fazem negócio a realizarem as suas reuniões, seminários, congressos, lançamento de produtos ou serviços em Portugal” com o que “estarão a dar um enorme contributo ao país”.
Isto porque, a prioridade definida pelo governo para o turismo é “vender, vender, vender”, como Cecília Meireles tantas vezes tem repetido, e também porque num ano em que se espera uma retracção do turismo interno, “todos os esforços serão relevantes” para a promoção de Portugal e para captar o investimento estrangeiro de que o país tanto precisa.
Se bem acolhido, este desafio, “seguramente fará a diferença”, avançou a secretária de Estado, que foi até mais longe neste desafio, ao dizer que o Turismo de Portugal está apto a fornecer aos empresários que o desejem, o material de promoção necessário.
Tudo isto porque “hoje há menos recursos e mais responsabilidades” porque há que “fazer mais com menos”, sendo criativo e inovador e criando “alianças” entre os vários sectores da economia, de forma a que “possamos falar com o mundo a uma só voz”.
Em resumo, o que o governo pede aos empresários, disse Cecília Meireles, é que não sejam apenas empresários dos seus próprios negócios, “mas também empresários de Portugal”.
Sobre o segmento corporate, Cecília Meireles disse ainda ser “absolutamente vital” para o turismo e para a economia portuguesa, uma vez que é feito por empresários que continuamente se deslocam ao estrangeiro “para abrir as portas e potenciar os seus negócios”.
“Cada empresário, cada gestor, cada cidadão que se desloca ao estrangeiro no exercício das suas funções, é um embaixador do destino Portugal”, disse Cecília Meireles. Reconhecendo que “muitos já o serão”, a secretária de Estado quer no entanto que essa condição seja reforçada “convidando os seus contactos internacionais a visitar o nosso país, seja em lazer ou em trabalho, convidando as empresas e organizações com que fazem negócio a realizarem as suas reuniões, seminários, congressos, lançamento de produtos ou serviços em Portugal” com o que “estarão a dar um enorme contributo ao país”.
Isto porque, a prioridade definida pelo governo para o turismo é “vender, vender, vender”, como Cecília Meireles tantas vezes tem repetido, e também porque num ano em que se espera uma retracção do turismo interno, “todos os esforços serão relevantes” para a promoção de Portugal e para captar o investimento estrangeiro de que o país tanto precisa.
Se bem acolhido, este desafio, “seguramente fará a diferença”, avançou a secretária de Estado, que foi até mais longe neste desafio, ao dizer que o Turismo de Portugal está apto a fornecer aos empresários que o desejem, o material de promoção necessário.
Tudo isto porque “hoje há menos recursos e mais responsabilidades” porque há que “fazer mais com menos”, sendo criativo e inovador e criando “alianças” entre os vários sectores da economia, de forma a que “possamos falar com o mundo a uma só voz”.
Em resumo, o que o governo pede aos empresários, disse Cecília Meireles, é que não sejam apenas empresários dos seus próprios negócios, “mas também empresários de Portugal”.
Sobre o segmento corporate, Cecília Meireles disse ainda ser “absolutamente vital” para o turismo e para a economia portuguesa, uma vez que é feito por empresários que continuamente se deslocam ao estrangeiro “para abrir as portas e potenciar os seus negócios”.
20-02-2012 - Turisver
Barómetro Travelstore American Express prevê aumento de 2,5% nas viagens de negócios organizadas em Portugal
O Barómetro Anual da Travelstore American Express 2012 ontem apresentado durante o 5º Salão das Viagens de Negócios, aponta para um crescimento médio de 2,5% no volume de viagens profissionais organizadas em Portugal no corrente ano. Mesmo assim, a maioria das empresas portuguesas espera aumentar o volume de viagens.
O ano passado, o volume de viagens empresariais registou um aumento de 7,3% face ao ano anterior, bastante acima das perspectivas traçadas. Embora as relações com subsidiárias tenha continuado a ser, em 2011, a principal razão para a realização de viagens de negócios, a prospecção comercial em novos mercados teve já um peso de 14% (13% no ano anterior).
A estagnação do mercado interno leva as empresas portuguesas a procurar negócio fora do país e esta será uma das razões para o aumento de 2,5% previsto para este ano no volume de viagens realizadas pelas empresas portuguesas. De acordo com o Barómetro ontem apresentado, 46% das empresas prevê aumentar o número de viagens, 21% prevê manter, embora 32% das empresas inquiridas prevejam diminuir. Uma estimativa que é ligeiramente mais baixa do que a média das empresas europeias, 81% das quais aponta para a manutenção (55%) ou aumento das deslocações (26%).
Mesmo assim, a maioria das empresas portuguesas tem em vista adoptar medidas que reduzam o custo médio das suas viagens, designadamente através do aumento da antecedência com que efectuam as suas reservas, ou seleccionar as opções mais económicas de transporte e alojamento, prevendo-se também uma redução da utilização da classe executiva, cada vez mais restrita a viagens de longo curso (mais de seis horas) e aos quadros de topo das empresas.
Ainda de acordo com o Barómetro, parte das empresas portuguesas (36%) prevê investir em novos mercados durante este ano, e entre estas a maioria aponta Moçambique e Brasil como alvos preferenciais para esse investimento.
O ano passado, o volume de viagens empresariais registou um aumento de 7,3% face ao ano anterior, bastante acima das perspectivas traçadas. Embora as relações com subsidiárias tenha continuado a ser, em 2011, a principal razão para a realização de viagens de negócios, a prospecção comercial em novos mercados teve já um peso de 14% (13% no ano anterior).
A estagnação do mercado interno leva as empresas portuguesas a procurar negócio fora do país e esta será uma das razões para o aumento de 2,5% previsto para este ano no volume de viagens realizadas pelas empresas portuguesas. De acordo com o Barómetro ontem apresentado, 46% das empresas prevê aumentar o número de viagens, 21% prevê manter, embora 32% das empresas inquiridas prevejam diminuir. Uma estimativa que é ligeiramente mais baixa do que a média das empresas europeias, 81% das quais aponta para a manutenção (55%) ou aumento das deslocações (26%).
Mesmo assim, a maioria das empresas portuguesas tem em vista adoptar medidas que reduzam o custo médio das suas viagens, designadamente através do aumento da antecedência com que efectuam as suas reservas, ou seleccionar as opções mais económicas de transporte e alojamento, prevendo-se também uma redução da utilização da classe executiva, cada vez mais restrita a viagens de longo curso (mais de seis horas) e aos quadros de topo das empresas.
Ainda de acordo com o Barómetro, parte das empresas portuguesas (36%) prevê investir em novos mercados durante este ano, e entre estas a maioria aponta Moçambique e Brasil como alvos preferenciais para esse investimento.
20-02-2012 - Turisver
Cecília Meireles desafia empresários portugueses a serem “embaixadores” do Turismo em Portugal
Convidem os vossos contactos internacionais a visitar Portugal — foi o apelo lançado hoje pela secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles, ao intervir na abertura do 5º Salão das Viagens de Negócios. “É um desafio que se acolhido seguramente fará a diferença”, sustentou.
Cecília Meireles, perante uma plateia de profissionais da área das viagens de negócios, reunidos no Páteo da Galé, Terreiro do Paço, Lisboa, para mais uma edição do Salão das Viagens de Negócios, iniciativa da Travelstore/American Express, não deixou de realçar a importância desse contributo na conjuntura que o sector turístico português está a viver.
“Num ano em que Portugal prevê uma contracção do Turismo interno e onde alguns dos principais mercados emissores atravessam tempos de incertezas, teremos, mais do que nunca, de agir eficazmente, potenciando os segmentos sustentáveis e que tanto nos diferenciam”, começou por alertar a secretária de Estado, para defender que é preciso “unir todos os esforços para que o sector do turismo concretize negócio”.
Cecília Meireles, que não deixou de repisar a sua máxima de que o objectivo tem que ser “vender, vender, vender”, destacou então que além da importância das viagens de negócios para que o País “se afirme mais como exportador”, essas deslocações podem também ter uma vertente de promoção do turismo em Portugal, adiantando que o Turismo de Portugal disponibilizará “o material de promoção que eventualmente entendam como útil, para aderir de forma mais eficaz a este objectivo”.
“Entendi deixar-vos este desafio porque temos menos recursos e mais responsabilidades”, explicou ainda Cecília Meireles, sublinhando que numa conjuntura em que “teremos que fazer mais com menos” é necessário criatividade e inovação, como, também, “alianças entre os diferentes sectores da nossa economia”.
“O Governo português conta com cada um de vós para ajudar nesta missão, pedindo-vos para serem empresários não apenas de cada um dos vossos negócios, mas também empresários de Portugal”, acrescentou.
“Num sector onde a prioridade é, como já diversas afirmei, “vender, vender, vender”, todos os esforços são relevantes para a promoção de um destino que tem condições ímpares para os acolher e que precisa efectivamente de captar investimento externo”, salientou ainda Cecília Meireles, em defesa do seu apelo para os empresários portugueses sejam também “embaixadores” do Turismo em Portugal.
Cecília Meireles, perante uma plateia de profissionais da área das viagens de negócios, reunidos no Páteo da Galé, Terreiro do Paço, Lisboa, para mais uma edição do Salão das Viagens de Negócios, iniciativa da Travelstore/American Express, não deixou de realçar a importância desse contributo na conjuntura que o sector turístico português está a viver.
“Num ano em que Portugal prevê uma contracção do Turismo interno e onde alguns dos principais mercados emissores atravessam tempos de incertezas, teremos, mais do que nunca, de agir eficazmente, potenciando os segmentos sustentáveis e que tanto nos diferenciam”, começou por alertar a secretária de Estado, para defender que é preciso “unir todos os esforços para que o sector do turismo concretize negócio”.
Cecília Meireles, que não deixou de repisar a sua máxima de que o objectivo tem que ser “vender, vender, vender”, destacou então que além da importância das viagens de negócios para que o País “se afirme mais como exportador”, essas deslocações podem também ter uma vertente de promoção do turismo em Portugal, adiantando que o Turismo de Portugal disponibilizará “o material de promoção que eventualmente entendam como útil, para aderir de forma mais eficaz a este objectivo”.
“Entendi deixar-vos este desafio porque temos menos recursos e mais responsabilidades”, explicou ainda Cecília Meireles, sublinhando que numa conjuntura em que “teremos que fazer mais com menos” é necessário criatividade e inovação, como, também, “alianças entre os diferentes sectores da nossa economia”.
“O Governo português conta com cada um de vós para ajudar nesta missão, pedindo-vos para serem empresários não apenas de cada um dos vossos negócios, mas também empresários de Portugal”, acrescentou.
“Num sector onde a prioridade é, como já diversas afirmei, “vender, vender, vender”, todos os esforços são relevantes para a promoção de um destino que tem condições ímpares para os acolher e que precisa efectivamente de captar investimento externo”, salientou ainda Cecília Meireles, em defesa do seu apelo para os empresários portugueses sejam também “embaixadores” do Turismo em Portugal.
20-02-2012 - Presstur
Empresários devem reforçar sua qualidade de "embaixador do destino Portugal
Os empresários e agentes do sector tem de reforçar sua qualidade de "embaixador do destino Portugal". O repto foi lançado por Cecília Meireles, secretária de Estado do Turismo, na abertura do 5º Salão de Viagens de Negócios, realizado pela Travelstore, em Lisboa.
A executiva sublinhou que "num ano em que Portugal prevê uma contração do Turismo interno e onde alguns dos principais mercados emissores atravessam tempos de incertezas, teremos, mais do que nunca, de agir eficazmente, potenciando os segmentos sustentáveis e que tanto nos diferenciam".
Para a executiva o desafio passa por "cada empresário, cada gestor, cada cidadão que se desloca ao estrangeiro" reforçar o seu papel de embaixador do destino Portugal, "convidando os seus contactos internacionais a visitar o nosso País, seja em lazer ou trabalho, convidando as empresas e organizações com quem fazem negócio a realizarem as suas reuniões, seminários, congressos, lançamentos de produtos ou serviços em Portuugal, estarão a dar um enorme contributo ao país".
Cecília Meireles argumenta: "Entendi deixar-vos este desafio, porque hoje temos menos recursos e mais responsabilidades. Teremos que fazer mais com menos, apelando à criatividade e inovação, mas também criando alianças entrre os diferentes sectores da nossa economia, de forma a que através de uma verdadeira partilha de esforços, possamos falar com o mundo a uma só voz. Portugal, lá fora, tem que ser um. Apenas um."
A executiva sublinhou que "num ano em que Portugal prevê uma contração do Turismo interno e onde alguns dos principais mercados emissores atravessam tempos de incertezas, teremos, mais do que nunca, de agir eficazmente, potenciando os segmentos sustentáveis e que tanto nos diferenciam".
Para a executiva o desafio passa por "cada empresário, cada gestor, cada cidadão que se desloca ao estrangeiro" reforçar o seu papel de embaixador do destino Portugal, "convidando os seus contactos internacionais a visitar o nosso País, seja em lazer ou trabalho, convidando as empresas e organizações com quem fazem negócio a realizarem as suas reuniões, seminários, congressos, lançamentos de produtos ou serviços em Portuugal, estarão a dar um enorme contributo ao país".
Cecília Meireles argumenta: "Entendi deixar-vos este desafio, porque hoje temos menos recursos e mais responsabilidades. Teremos que fazer mais com menos, apelando à criatividade e inovação, mas também criando alianças entrre os diferentes sectores da nossa economia, de forma a que através de uma verdadeira partilha de esforços, possamos falar com o mundo a uma só voz. Portugal, lá fora, tem que ser um. Apenas um."
20-02-2012 - Ambitur
